Como apuramos
Esta página é o compromisso público do MOBRAL Digital sobre como cada texto é feito.
Ela existe porque conteúdo sobre dinheiro e segurança pode causar dano real quando está
errado — e quem se apoia numa orientação nossa merece saber de onde ela veio.
1. Sem fonte oficial, não publicamos
Toda orientação prática aponta para uma fonte que pode ser conferida por qualquer
pessoa: Banco Central, Febraban, gov.br, Polícia Federal, SaferNet ou Procon.
As fontes ficam listadas com link no fim de cada artigo, na caixa
“De onde vem esta informação”. Não usamos “especialistas dizem” nem opinião da casa
no lugar de fonte.
2. Nunca prometemos recuperação de dinheiro
Explicamos o que é o MED (Mecanismo Especial de Devolução) do Banco
Central, como pedir e quais são os prazos. O que não fazemos é dizer, ou
dar a entender, que o dinheiro vai voltar. Isso depende de análise do banco e das
circunstâncias, e prometer resultado seria enganar quem já foi enganado uma vez.
3. Não pedimos dado nenhum de você
Não temos formulário de contato pedindo CPF, telefone, número de conta, print de
conversa ou qualquer informação pessoal. A razão é simples e vale ser dita em voz alta:
um site que pede dados a vítima de golpe é, ele mesmo, o próximo golpe.
Se algum dia você vir uma página nossa pedindo seus dados, ela não é nossa.
4. Cada texto tem data de verificação
Golpe muda de forma o tempo todo, e procedimento de banco também. Por isso todo artigo
mostra quando aquela informação foi conferida nas fontes oficiais. Se a
data estiver distante, trate o texto com a desconfiança que ele merece — e é para isso
que a data está lá, visível.
5. Quem assina
Os textos são assinados pela Redação MOBRAL Digital, responsável
editorial pelo conteúdo. Quando um artigo passa por revisão de um especialista com
credencial, o nome dessa pessoa aparece no próprio artigo, logo abaixo da assinatura.
6. Como a pauta é escolhida
A pauta vem do que as pessoas realmente procuram, não do que achamos interessante.
Medimos a demanda real de busca em português e escrevemos sobre o que aparece —
“clonaram meu WhatsApp”, “cartão clonado o que fazer”, “Pix errado como recuperar”.
Se um assunto não responde a uma pergunta concreta de alguém, ele não vira artigo.
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